Moita vai ter quatro espaços cidadão

Alhos Vedros e Vale da Amoreira recebem novos postos de atendimento. Horário será alargado ao período pós-laboral.
20 Janeiro 2022

A Câmara Municipal da Moita e a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) assinaram um protocolo para a instalação de mais Espaços Cidadão no concelho.

Este protocolo é uma atualização do existente e vai possibilitar a criação de mais um Espaço Cidadão nos Balcões do Munícipe da Moita e da Baixa da Banheira e, ainda a criação de um novo posto em Alhos Vedros e Vale da Amoreira permitindo assim, aumentar e reforçar os serviços prestados nos Espaços Cidadão.


«Com os quatro novos postos, de acordo com a autarquia local, pretende-se dar uma resposta mais célere dos serviços e, ao mesmo tempo, não só promover a interação digital entre os cidadãos e a administração pública”, mas também auxiliar a população com mais dificuldade no acesso a estes serviços» afirma o comunicado da autarquia.

Carlos Albino, presidente da edilidade, admite que a assinatura deste protocolo “é um passo importantíssimo para o nosso município. A digitalização dos serviços, a desburocratização e uma maior sustentabilidade é o caminho que queremos seguir, sem nunca descurar o carácter inclusivo no atendimento às nossas populações”, defende.

Segundo o O SETUBALENSE, o autarca afirmou que esta inovação era há muito defendida pelos eleitos, com “muito mais serviços do que os existentes e um maior alargamento de horário – entre as 8h00 até às 20h00 –, para que, aquelas pessoas que trabalhem em Lisboa ou noutros concelhos da região possam, no período pós-laboral, tratar das questões que necessitem”.



O atendimento passa deste modo a estar descentralizado e irá aproveitar os espaços físicos já existentes. “Os cidadãos do nosso concelho passam a ter locais privilegiados para tratar dos seus assuntos, sem terem de se descolar a outras entidades”, acrescenta Carlos Albino. O presidente revelou ainda que a Câmara Municipal “terá que investir neste âmbito, sobretudo, em termos de meios humanos que serão necessários alocar, a nível interno, para prestar um serviço de qualidade”, sendo que “os valores acrescidos não serão significativos”, disse. “Quanto muito será necessário abrir concurso para contratação de duas pessoas a mais, mas este não será um valor avultado [tendo em conta] que é um investimento que estamos a fazer no serviço público”, frisou.

 

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