Só pode ir votar com dois tipos de máscara

A Direção-Geral da Saúde emitiu um parecer onde estão expostos os tipos de máscara aceites no dia das eleições legislativas.
21 Janeiro 2022

As eleições legislativas acontecem daqui a 10 dias e, por isso, há procedimentos a cumprir para garantir o voto em segurança, em tempo de pandemia. A Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu um parecer técnico onde são descritas as medidas de segurança a adotar nas legislativas de 2022.

Como cada voto conta e pode fazer a diferença, o Governo decidiu permitir que as pessoas infetadas com Covid-19 ou isoladas por terem tido um contacto de risco vão poder sair de casa para votar, excecionalmente.



E decorrente desse anúncio, soube-se, entretanto, mais pormenores.

As pessoas que forem votar, estejam ou não infetadas ou isoladas, só podem utilizar dois tipos de máscara: as cirúrgicas ou FP2. No parecer técnico sobre o processo eleitoral emitido pela Direção-Geral da Saúde, lê-se que os eleitores têm de “utilizar máscara cirúrgica ou máscara FP2 de forma adequada, durante todo o processo eleitoral”, não sendo assim aceites as máscaras comunitárias.

Ora veja, um exemplo das máscaras cirúrgicas e FP2 que vão ser aceites!

Além disso, também os membros das mesas de voto devem utilizar “máscara cirúrgica ou FP2, certificada e reutilizável”, que deve ser trocada a cada quatro horas, tal como uma “bata com abertura atrás, de uso único e impermeável, manga comprida, punhos bem ajustados e que cubra toda a roupa”.

As câmaras municipais vão também ter um papel importante neste processo eleitoral, uma vez que vão estar a distribuir máscaras a quem se deslocar para votar e a quem não tiver máscaras cirúrgicas ou FP2.

O Governo recomenda ainda um horário para as pessoas em confinamento obrigatório votarem, que é entre as 18h e as 19h da tarde, e ainda pede que se desloquem para as mesas de voto a pé ou de carro, evitando assim os transportes públicos.



Esta é apenas uma recomendação feita pelo Governo, que acredita que “os cidadãos vão dar uma prova de civismo”, e é também uma forma de chamar os eleitores às urnas.

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